O ciclismo profissional vive de tradições, mas também de renovações que marcam épocas. E quando Tom Pidcock está envolvido, você pode ter certeza de que a história terá capítulos interessantes. A equipe Q36.5, que se tornou o novo lar do talentoso britânico para 2025, acaba de revelar um visual completamente renovado para a temporada 2026 que está fazendo todo mundo olhar duas vezes.
A combinação de azul-marinho profundo com detalhes em dourado não é apenas bonita de se ver – ela carrega significados, estratégia de marca e, claro, toda a tecnologia que a fabricante italiana de roupas técnicas consegue entregar. Mas vamos começar do começo, porque essa história tem muito mais camadas do que pode parecer à primeira vista.
A Mudança Que Ninguém Esperava: De Ineos para Q36.5
Quando Tom Pidcock anunciou que estava deixando a poderosa Ineos Grenadiers para assinar com a Q36.5, muita gente coçou a cabeça. Trocar uma das equipes mais ricas e bem-estruturadas do pelotão por uma operação menor? Isso fazia sentido?
A resposta veio rápido: sim, e muito. Pidcock não estava apenas procurando dinheiro ou prestígio – ele queria algo que a Ineos não conseguia mais oferecer: liberdade para ser quem ele realmente é. Um atleta que compete em múltiplas disciplinas, que adora o mountain bike tanto quanto adora o ciclismo de estrada, que não quer ser engessado em uma única caixa.
Na Q36.5, ele encontrou exatamente isso. Uma equipe menor, sim, mas com ambição gigante e, principalmente, com a disposição de construir um projeto ao redor dele. E quando você olha para o novo uniforme que a equipe revelou para 2026, fica claro que essa parceria está sendo levada muito a sério.
Azul-Marinho e Dourado: A Psicologia das Cores no Pelotão
Pode parecer bobagem falar sobre cores, mas no ciclismo profissional, o visual importa – e muito. As cores de uma equipe não são escolhidas aleatoriamente. Elas precisam funcionar na televisão, precisam ser reconhecíveis de longe, precisam transmitir os valores da marca. E, claro, precisam ficar bonitas nas fotos que vão circular o mundo inteiro.
O azul-marinho escuro que domina o novo uniforme da Q36.5 transmite sofisticação, seriedade e profissionalismo. Não é um azul vibrante e gritante – é um azul que diz “nós estamos aqui para trabalhar sério”. É a cor da confiança, da estabilidade, da competência técnica.
Já o dourado traz o contraponto perfeito. É a cor da ambição, do sucesso, da conquista. Não é um amarelo qualquer – é um dourado profundo, metálico, que brilha sob a luz e chama atenção sem ser cafona. É a cor que diz “nós viemos para vencer”.
A combinação funciona porque cria contraste sem conflito. O azul-marinho âncora, estabiliza, dá seriedade. O dourado eleva, inspira, adiciona brilho. É elegante e agressivo ao mesmo tempo. É clássico e moderno. É, em resumo, perfeito para uma equipe que quer se estabelecer entre as grandes mas fazer isso do seu próprio jeito.
As Bicicletas Pinarello: Quando Tradição Encontra Inovação

A parceria entre Q36.5 e Pinarello é um dos pontos altos dessa história toda. A fabricante italiana é lendária no ciclismo – suas bikes foram montadas por campeões do Tour de France, por medalhistas olímpicos, por alguns dos maiores nomes que já subiram em uma bicicleta.
Para Tom Pidcock, ter acesso às Pinarello Dogma F de última geração significa ter nas mãos algumas das bicicletas mais avançadas tecnologicamente que existem hoje. Estamos falando de quadros de carbono que pesam menos que uma garrafa d’água cheia, mas que são tão rígidos que transferem cada watt de potência para o asfalto.
O visual das bikes segue o mesmo esquema de cores do uniforme: azul-marinho dominante com detalhes dourados estrategicamente posicionados. E não é apenas estética – a pintura em si foi desenvolvida pensando em reduzir peso sem comprometer a proteção do carbono. Cada grama conta quando você está brigando por segundos em uma montanha dos Alpes.
Geometria e Fit: A Ciência Por Trás do Conforto
Uma coisa que muita gente não percebe é como a geometria de uma bicicleta profissional é personalizada para cada corredor. Não é simplesmente pegar uma bike do tamanho certo e sair pedalando. Existe todo um processo de bike fit envolvido.
No caso de Pidcock, suas bikes Pinarello foram ajustadas milimetricamente para suas medidas específicas. O alcance, a altura do guidão, o ângulo do selim – tudo foi calculado para maximizar sua eficiência biomecânica enquanto minimiza o risco de lesões.
E tem mais: porque Pidcock compete tanto em estrada quanto em mountain bike e cyclocross, suas bikes precisam ter uma flexibilidade de ajuste que a maioria dos corredores não precisa. Ele precisa ser capaz de alternar rapidamente entre posições mais agressivas para contra-relógios e posições mais confortáveis para etapas longas de montanha.
A Tecnologia da Pinarello Dogma F: Mais Que Uma Bicicleta Bonita
Vamos falar sério por um minuto: a Pinarello Dogma F não é apenas uma bike bonita para fotos. Ela é um prodígio de engenharia que representa décadas de evolução no design de bicicletas de competição. Deixa eu explicar algumas das tecnologias que tornam essa bike tão especial.
Aerodinâmica de Túnel de Vento
Cada curva, cada tubo, cada junção do quadro da Dogma F foi testada exaustivamente em túnel de vento. A Pinarello gasta milhões de euros todos os anos refinando a aerodinâmica de suas bikes, porque no nível do ciclismo profissional, economizar alguns watts pode significar a diferença entre subir no pódio ou ficar de fora.
Os tubos do quadro têm perfis específicos que cortam o ar com mínima resistência. O garfo dianteiro foi desenhado para canalizar o fluxo de ar ao redor da roda de forma suave. Até a posição dos cabos foi otimizada para não criar turbulência.
O resultado? Uma bike que, em testes controlados, economiza cerca de 7-8 watts em comparação com modelos de gerações anteriores quando você está pedalando a 40 km/h. Pode parecer pouco, mas ao longo de 200 quilômetros de uma etapa do Tour de France, isso representa minutos de vantagem.
Rigidez Assimétrica
Aqui vem uma das partes mais inteligentes do design da Dogma F: ela não é uniformemente rígida. Isso pode soar estranho, mas faz todo o sentido quando você entende a biomecânica da pedalada.
Quando você pedala, você não aplica força de maneira perfeitamente simétrica. Uma perna normalmente é ligeiramente mais forte que a outra, e a força é aplicada em diferentes pontos do ciclo de pedalada. A Pinarello reconheceu isso e criou um quadro com rigidez assimétrica que compensa essas diferenças naturais.
O lado direito do quadro (onde fica a coroa) é mais rígido que o lado esquerdo. Isso porque o lado direito precisa suportar não apenas a força da pedalada, mas também a torção transmitida através da corrente e do cassete. Já o lado esquerdo pode ser um pouquinho mais flexível, o que na verdade ajuda a absorver vibrações e melhorar o conforto sem sacrificar eficiência.
Carbono Torayca T1100 1K
O material usado no quadro é fundamental, e a Pinarello não economiza. O carbono Torayca T1100 1K é literalmente um dos materiais mais avançados que você pode usar em uma bicicleta hoje em dia.
Esse carbono específico tem uma relação resistência-peso insana. Um quadro completo pesa menos de 900 gramas, mas é forte o suficiente para aguentar Pidcock descendo uma montanha dos Alpes a mais de 80 km/h, batendo em irregularidades do asfalto e submetendo a estrutura a forças G que fariam um carro comum sofrer.
E não é só questão de ser leve e resistente. A qualidade do carbono também afeta a forma como a bike se sente embaixo de você. O T1100 1K tem um feedback muito preciso – você sente o que a bike está fazendo a cada momento, o que é crucial quando você está no limite da aderência em uma curva fechada de descida.
O Uniforme Q36.5: Mais Que Apenas Tecido
Ok, já falamos bastante das bikes. Mas o uniforme merece uma atenção especial também, porque a Q36.5 não é uma marca qualquer de roupas de ciclismo. Essa empresa italiana tem uma filosofia muito específica sobre como fazer vestuário de alta performance.
A primeira coisa que você precisa entender sobre a Q36.5 é que eles não pensam em “roupas” – eles pensam em camadas de tecnologia. Cada peça do uniforme foi desenvolvida com um propósito muito específico, pensando em como o corpo humano funciona em condições extremas de esforço.
Gestão Térmica: O Segredo Escondido
Quando você está pedalando no nível que Pidcock pedala, seu corpo gera uma quantidade absurda de calor. Estamos falando de 1000+ watts de potência térmica que precisa ser dissipada, ou você literalmente vai fritar por dentro.
O uniforme Q36.5 novo usa um sistema que eles chamam de gestão térmica multizona. Diferentes partes do uniforme têm diferentes capacidades de ventilação e absorção de umidade, baseado em estudos termográficos que mapearam onde exatamente os ciclistas produzem mais calor durante o esforço.
As costas e o peito têm painéis de tecido ultra-respirável que permitem a evaporação rápida do suor. Os ombros e parte superior dos braços têm um tecido ligeiramente mais denso que oferece proteção contra o vento sem comprometer muito a respirabilidade. E as laterais têm um tecido que se expande e contrai com seus movimentos respiratórios, nunca criando pontos de pressão desconfortáveis.
Aerodinâmica do Tecido
Sim, até o tecido do uniforme foi pensado aerodinamicamente. A Q36.5 testou dezenas de diferentes estruturas de tecido em túnel de vento para encontrar o padrão ideal que minimiza turbulência.
O resultado é um tecido que tem uma textura microscópica específica – pequenas ranhuras que direcionam o fluxo de ar ao longo do corpo em vez de criar bolsões de turbulência. Parece ficção científica, mas os números não mentem: comparado com um uniforme convencional, este novo design economiza cerca de 3-4 watts de arrasto a 40 km/h.
Sabe o que isso significa? Em uma etapa contra-relógio de 30 quilômetros, isso pode representar 15-20 segundos de vantagem apenas por causa do uniforme. É a diferença entre medalha e ficar de fora do pódio.
Compressão Gradual
Outra tecnologia interessante que a Q36.5 incorporou é a compressão gradual. Não é uma compressão uniforme em todo o uniforme – cada zona tem um nível diferente de compressão baseado nas necessidades musculares específicas daquela região.
As coxas têm uma compressão média que ajuda a estabilizar os músculos grandes como quadríceps e isquiotibiais durante a pedalada. As panturrilhas têm uma compressão ligeiramente maior que ajuda no retorno venoso (o sangue voltando para o coração). E a região lombar tem uma compressão mínima que oferece suporte sem restringir os movimentos do core.
O resultado prático? Menos fadiga muscular ao longo de etapas longas, melhor recuperação entre esforços intensos, e uma sensação geral de “frescor” mesmo depois de horas no selim.
Os Detalhes Dourados: Muito Além do Visual
Voltando às cores, aqueles detalhes dourados que você vê no uniforme e nas bikes não são aleatórios. Eles foram posicionados estrategicamente em áreas de alta visibilidade para criar o que os designers chamam de linhas de velocidade.
Quando Pidcock está pedalando em um grupo, ou quando ele ataca sozinho em uma subida, essas linhas douradas criam uma ilusão de ótica sutil que faz ele parecer estar se movendo mais rápido do que realmente está. É um truque visual interessante que também serve para destacá-lo no pelotão – importante quando você tem câmeras de TV tentando identificar corredores no meio de 200 pessoas pedalando juntas.
Além disso, o dourado reflete mais luz que o azul-marinho, o que significa que em condições de pouca luz (começo ou final de etapa), Pidcock fica mais visível para veículos e outros corredores, aumentando a segurança.
A Estratégia Por Trás da Mudança Visual
Agora, vamos falar sobre o elefante na sala: por que mudar de visual tão drasticamente? A Q36.5 já tinha cores estabelecidas, um visual reconhecível. Por que fazer uma reformulação completa?
A resposta é simples e ao mesmo tempo complexa: rebranding estratégico. A equipe Q36.5 não quer mais ser vista como uma operação menor brigando por convites para grandes corridas. Eles querem ser reconhecidos como uma equipe de primeira linha, e isso começa pela aparência.
O novo visual azul-marinho e dourado foi escolhido especificamente para se diferenciar das outras equipes do pelotão. Se você olhar as cores das principais equipes WorldTour, vai ver muito vermelho, muito azul claro, muito branco. Mas azul-marinho escuro com dourado? Isso é praticamente único.
É uma jogada de marketing inteligente. Quando Pidcock estiver atacando em uma subida do Tour de France, vestido nesse visual novo, as câmeras vão pegá-lo instantaneamente. E quanto mais exposição na TV, mais valor para os patrocinadores, mais interesse de novos parceiros comerciais, mais dinheiro circulando na equipe.
Tom Pidcock: O Rosto da Renovação
É impossível falar dessa mudança toda sem falar de Tom Pidcock. Ele não é apenas mais um corredor que foi contratado – ele é literalmente o rosto dessa nova fase da Q36.5. E essa responsabilidade vem com peso.
Pidcock é único no pelotão atual. Ele é campeão olímpico de mountain bike, vencedor de etapas do Tour de France, competidor de cyclocross de nível mundial. Ele não se encaixa em uma categoria única, e isso é exatamente o que torna ele tão valioso.
A Q36.5 entendeu que para se destacar no ciclismo moderno, você não pode ser igual aos outros. Você precisa de personalidade, de uma história única para contar. E Pidcock oferece exatamente isso: a história de um atleta multifacetado que recusa ser limitado por convenções.
A Liberdade de Ser Eclético
Uma das coisas que Pidcock deixou claro ao assinar com a Q36.5 é que ele quer liberdade. Liberdade para competir em mountain bike quando quiser. Liberdade para fazer cyclocross no inverno se sentir vontade. Liberdade para escolher quais corridas de estrada priorizar sem ser pressionado a fazer um calendário que não faz sentido para ele.
E a Q36.5 deu a ele essa liberdade. Isso é raro no ciclismo profissional moderno, onde as equipes normalmente querem controlar cada aspecto do calendário dos seus corredores. Mas a Q36.5 entendeu que para extrair o melhor de Pidcock, eles precisam deixá-lo ser quem ele é.
Essa abordagem já está dando frutos. Nos primeiros meses de 2025, Pidcock já entregou resultados impressionantes, mostrando uma consistência que ele nem sempre teve na Ineos. E parte disso vem do fato de ele estar feliz, de ele estar em um ambiente que respeita suas escolhas e apoia suas ambições.
O Que Esperar da Temporada 2026
Com o visual novo definido, com as bikes prontas, com o uniforme testado e aprovado, a pergunta que fica é: o que esperar de Tom Pidcock e da Q36.5 em 2026?
A expectativa é alta. A equipe não esconde que quer convites para as três Grandes Voltas em 2026. Eles querem estar no Tour de France, no Giro d’Italia e na Vuelta a España. E com Pidcock como líder, eles têm um argumento forte para conseguir esses convites.
Além disso, há as Clássicas de Primavera. Pidcock já provou que é um dos melhores do mundo em corridas de um dia, e a Q36.5 vai construir equipes de apoio específicas para maximizar suas chances nessas provas.
E claro, tem o mountain bike. Pidcock deixou claro que quer defender seu título olímpico, e a Q36.5 está dando total suporte para que ele mantenha sua forma também nessa disciplina. É um calendário desafiador, mas se alguém pode fazer isso funcionar, é ele.
A Pressão de Ser o Líder
Mas nem tudo são flores. Ser o líder indiscutível de uma equipe vem com uma pressão enorme. Se Pidcock falhar em entregar resultados, se ele não conseguir justificar todo o investimento que a Q36.5 fez nele, a situação pode ficar complicada rapidamente.
O ciclismo profissional é implacável. Você é tão bom quanto seu último resultado. E mesmo sendo jovem ainda (ele tem apenas 25 anos), Pidcock carrega expectativas gigantes sobre seus ombros.
Mas se tem uma coisa que ele demonstrou ao longo de sua carreira é resiliência mental. Ele não se abala facilmente. Ele já passou por momentos difíceis, já teve que lidar com lesões, com derrotas, com críticas. E sempre voltou mais forte.
Conclusão: Mais Que Azul e Dourado
Então sim, o novo visual azul-marinho e dourado da Q36.5 é lindo. As Pinarello Dogma F são máquinas incríveis. O uniforme tem tecnologia de ponta. Tudo isso é verdade e importante.
Mas o que realmente importa aqui vai muito além da estética. O que estamos testemunhando é uma declaração de intenções. A Q36.5 está dizendo ao mundo do ciclismo: “Nós chegamos. Nós somos sérios. E vamos fazer as coisas do nosso jeito.”
E Tom Pidcock, com todo seu talento, sua versatilidade e sua personalidade única, é a pessoa perfeita para carregar essa mensagem. Quando ele cruzar a linha de chegada de uma etapa do Tour vestindo esse novo uniforme, quando ele subir no pódio com aquela Pinarello azul e dourado, não será apenas mais uma vitória de etapa.
Será a prova de que às vezes, apostar no diferente, no ousado, no não-convencional pode ser exatamente o caminho certo. E que no ciclismo, como na vida, as melhores histórias são escritas por aqueles que têm a coragem de seguir seu próprio caminho.
Perguntas Frequentes
Quando Tom Pidcock começou a usar as novas cores da Q36.5?
Tom Pidcock iniciou sua parceria com a Q36.5 na temporada 2025, mas o novo visual azul-marinho e dourado foi oficialmente revelado para a temporada 2026. As cores anteriores da equipe eram diferentes, e essa reformulação completa marca uma nova fase tanto para Pidcock quanto para a equipe.
Quanto custa uma bicicleta Pinarello Dogma F igual à de Tom Pidcock?
Uma Pinarello Dogma F de especificação similar à usada por Pidcock custa aproximadamente €12.000-15.000 na configuração básica. Porém, as bikes dos profissionais têm componentes personalizados e protótipos que não estão disponíveis comercialmente. A edição limitada nas cores da Q36.5 que será lançada custará entre €15.000-18.000, com apenas 500 unidades produzidas.
Por que Pidcock deixou a Ineos Grenadiers para ir para a Q36.5?
Tom Pidcock deixou a Ineos Grenadiers principalmente em busca de maior liberdade em seu calendário. Na Q36.5, ele pode competir em mountain bike, cyclocross e ciclismo de estrada sem conflitos, além de escolher quais corridas priorizar. A decisão foi mais sobre qualidade de vida e autonomia do que necessariamente sobre dinheiro.
Qual a tecnologia mais inovadora no novo uniforme Q36.5?
A principal inovação é o sistema de gestão térmica multizona, onde diferentes áreas do uniforme têm propriedades específicas de respirabilidade e absorção de umidade baseadas em mapeamento termográfico do corpo humano durante esforço intenso. Além disso, o tecido tem textura aerodinâmica testada em túnel de vento e é feito com 70% de fibras recicladas de redes de pesca.
A Q36.5 é uma equipe WorldTour?
Não, a Q36.5 é atualmente uma equipe ProTeam (segundo escalão). Porém, com a chegada de Tom Pidcock e os resultados conquistados, a equipe está brigando para conseguir convites (wildcards) para as principais corridas do calendário WorldTour, incluindo as três Grandes Voltas.

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